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O CRESCIMENTO DO AUDIOVISUAL POPULAR

Three young friends sitting outdoors and looking at mobile phone. Group of people sitting at outdoor cafe and watching video on the smartphone.

Para começamos as publicações aqui no blog, decidimos dividir com vocês um pouco de história sobre o segmento que atuamos: o audiovisual.

É interessante nos questionarmos qual foi o processo para chegarmos à qualidade e tantas opções desse conteúdo nos dias de hoje.

Em termos técnicos, o vídeo é uma tecnologia que processa sinais eletrônicos, analógicos ou digitais com o objetivo de capturar, armazenar e transmitir várias imagens em sequência que dão a sensação de movimento.

Agora, trazendo para nossa realidade mais prática, são gravações de imagens em movimento. 

Mas em quais formatos os vídeos foram transmitidos? 

Bom, começou com a Sony pensando em formas físicas para armazenar os conteúdos captados. A ideia foi criar uma espécie de fita magnética, que ficava armazenada em um cartucho para proteger e facilitar o encaixe num leitor.

Após um tempo, a Philips se destacou criando o gravador de videocassete, a Sony criando as fitas Beta e a JVC lançando o VHS (Video Home System). Por uma década, somente a JVC tinha o direito de fabricar fitas e gravadores, o que a tornou líder do segmento. 

O império das fitas VHS durou dos anos 80 até meados de 2008, quando foi substituída pelo DVD (Digital Video Disc), isso porque o DVD era muito mais compacto, qualidade muito superior em imagem e som quando comparado ao VHS. Além disso, contava com múltiplos canais de som, possibilidade de pular capítulos, legendas etc. Porém, assim como o VHS, o DVD também chegou ao fim, em 2016. Praticamente junto com o Blu-ray que era a grande sensação de se poder assistir à filmes em fullHD e até em 3D, e as grandes locadoras de filmes.

Em paralelo, em 2011 a história do streaming, transmissão de vídeos e músicas pela internet estava sendo moldada pela Media Rights Capital. Eles estavam em busca de vender a ideia de uma nova série a vários canais de televisão nos Estados Unidos. E sem sucesso com os canais de TV, entraram em contato com a Netflix, que até então não tinha a proporção que tem hoje.

O Youtube já estava em ascensão, com grande notoriedade, mas ainda não tinham na plataforma uma maneira de assistir à filmes, séries com qualidade.

A Netflix investiu 100 milhões de dólares, logo de primeira, para passar duas temporadas da série. A única condição era que a série não fosse transmitida em nenhum canal de TV, somente pela internet através do streaming da Netflix. 

A tal série era House Of Cards, e graças à ela a Netflix se tornou catalisadora de revoluções digitais no entretenimento.

Antes do estouro do streaming de filmes, vídeos e músicas, as pessoas só conseguiam acessá-los caso ligassem a televisão, se deslocassem em locadoras de vídeo ou sintonizassem o rádio. 

Hoje, todo esse entretenimento está disponível em computadores, tablets, smartphones e 

televisões, a qualquer hora, em qualquer lugar.

Vale sempre salientar que essa história e evolução não seriam possíveis sem o poder da tecnologia, que tornou previsões, ambições e praticidades em realidade. Mas isso é assunto para outro artigo…

FONTE: 

https://exame.abril.com.br/revista-exame/como-a-revolucao-do-streaming-mudou-os-negocios-das-tvs/

https://pt.wikipedia.org/wiki/DVD

https://www.tecmundo.com.br/mercado/137901-vhs-dvd-blu-ray-historia-guerra-formatos-video.htm

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